ALERTA IBTPLC: LENTES DE CONTATO SEM AVALIAÇÃO E INDICAÇÃO ADEQUADAS PODEM LEVAR À CEGUEIRA
IBTPLC
Instituto Brasileiro de Treinamento e pesquisa em Lentes de Contato
Lentes de Contato, Cegueira, Córnea, Optometria, Oftalmologia
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O Instituto Brasileiro de Treinamento e Pesquisa em Lentes de Contato (IBTPLC) alerta sobre os riscos de comprar lentes de contato sem avaliação adequada.

“Lentes de contato TÊM SIDO um bem para os olhos quando são adaptadas por profissionais capacitados”, afirma o Prof. Sergey Cusato Jr., Diretor do IBTPLC.

Quando usadas inadequadamente e sem avaliação, as lentes de contato podem levar o paciente à cegueira. Elas foram inventadas na Renascença, por Leonardo Da Vinci (1452-1519), e desde então têm sido um grande auxílio óptico para pacientes que necessitam de correção visual.

Uma avaliação para lentes de contato é muito diferente de uma avaliação para óculos, ao contrário do que muita gente pensa; normalmente, em um exame de vista são avaliadas as condições visuais, alguns pontos específicos, o fundo de olho, a pressão intraocular etc.

Lentes de contato exigem uma segunda avaliação que leva, no mínimo, uma hora, explica o IBTPLC. Quando o paciente chega com a receita à óptica, ele tem de passar pela avaliação para lentes de contato para:

·         Anamnese: entrevista-se o paciente para encontrar as melhores lentes para seus olhos.

·         Tomada da acuidade visual: exame de acordo com a receita.

·         Ceratometria: mensuração da curvatura da córnea.

·         Teste de Schirmer: avalia a quantidade de lágrima para definir qual tipo de lentes de contato o paciente pode/deve usar.

·         Teste de BUT: mede a qualidade do filme lacrimal e indica por quanto tempo o paciente pode ficar com as lentes.

Somente nesses testes, já temos quase 30 minutos. Depois, temos de colocar uma lente de prova na curvatura do olho do paciente e esperar, no mínimo, 20 minutos para verificar a mobilidade necessária para a lente de contato. Se não avaliar corretamente, o profissional corre o risco de obter um falso positivo!

Depois dos 20 minutos para avaliar a mobilidade, deve-se ver se a lente está centrada e se cobre toda a córnea, e, o mais importante, deve-se olhar os vasos do limbo da córnea, pois o paciente pode ter alergia ao material em questão; nesse caso, é necessário trocá-lo.

 Só para que a população tenha ideia do risco que corre pela falta de informação, quando se compra uma lente de contato sem medir a curvatura da córnea há o risco de desenvolver inflamações, alergias e olhos secos por indicação inadequada das lentes de contato.

Por exemplo: o que ocorre com um paciente que passa por uma avaliação optométrica ou oftalmológica e chega com a receita a uma óptica ou à própria clínica sem medir a curvatura “que não é comum” do olho em um equipamento chamado ceratômetro? Imaginemos que a córnea tenha uma curvatura média de 40 dioptrias de curvatura e a lente descartável ou anual tenha 45 dioptrias de curvatura: “é simples, a lente vai ter 5 dioptrias de curvatura mais apertada, isto é, mais ‘justa’”, afirma o Prof. Sergey Cusato.

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Lentes de contato justas, em um primeiro momento, não causam sintomas e o pior é que no paciente com boa visão os danos dependem de seu metabolismo; lentes apertadas causam falta de oxigênio na córnea, levando, assim, a um aumento de acidose no interior da córnea, que é a razão de muitos dos casos de transplante de córnea e cegueira secundária quando os pacientes não desistem de suas lentes.

“O IBTPLC alerta os pacientes que compram lentes de contato sem avaliação adequada sobre os riscos que correm”, afirma o Prof. Sergey Cusato.

Para mais informações, acesse: http://www.ibtplc.com.br/.

 

 

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