ADAPTAÇÃO DE LENTES DE CONTATO EM CERATOCONE EXTREMO
SERGEY CUSATO JR
Ibtpcl, YANOF, SPALTON
LENTES DE CONTATO, OPTOMETRIA, VISÃO, CERATOCONE.
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     Alguns casos de ceratocone avançam mais que o outros e os motivos ainda são desconhecidos em relação a esta progressão. No que tange ao tratamento, quanto mais avançado a patologia menor as possibilidades de adaptações e maior a chance de indicação de cirurgias. Em alguns casos, o transplante de córnea é a única alternativa viável.

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     Atualmente têm-se melhorado os desenhos das lentes para adaptar em pacientes com ceratocone com curva base de 70 a 75D  e o diâmetro máximo de 12.5mm a 16 mm em desenhos Scleral Lenses e Mini-escleral. 
     As curvas posteriores são calculadas por meio de apurados softwares, controlados numericamente e que se utilizam das curvas base asféricas com zonas de geometria reversa, o qe possibilita a lente não tocar no ápice corneano e assim evitar as microbolhas sob a lente. Enquanto que as zonas remanescentes seguem o alinhamento natural da córnea até a borda. 
 
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     O software também calcula a massa mínima e desta forma evita o peso excessivo e mantém a estabilidade e durabilidade da lente.

    A adaptação das lentes especiais demandam de muito tempo do profissional e assim como em outros casos de adaptação de lentes no início o paciente pode sentir desconforto até a adaptação. Neste sentindo é importante a confiança e a periodicidade nos exames para se verificar se as lentes devem ser mantidas, trocadas ou se optar por outra técnica de tratamento.


Professor Sergey Cusato Jr 
OD MSc Vis Sci, FIACLE, FIBTPLC, ALOCM.
Diretor do Instituto Brasileiro de Treinamento e Pesquisa em Lentes de Contato.
Director  Brazilian Institute of Training and  Contact Lenses Research.
www.ibtplc.com.br
sergeycusato@ibtplc.com.br



 

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